Quantas vezes, mesmo que instintivamente, não julgamos os outros pelo certo e errado? Pelo que cabe a nós como aceito ou não? Afinal, se o que é certo é certo, por que então, haver tantos jeitos “certos” conectados a diferentes pessoas e diferentes opiniões? Simples! Não existe o certo nem o errado, existe apenas, o que faz bem a você.
Se discutíssemos sobre tudo aquilo que nos convém, por acharmos errado outros modos de pensar, não passaríamos de seres arcaicos buscando em um amontoado de palavras, uma chave inexistente.
As polêmicas são criadas atráves de divergências de opiniões, as conversas tornam-se mais interessantes muitas vezes, por tentarmos mostrar nosso ponto de vista; mesmo assim, as pessoas demoram a aceitar umas as outras, inclusive a idéia do “diferente” está explícito em qualquer lugar que formos, começando por nós mesmos.
O fato, é que todos querem impor a sua verdade, mas esquecem de um detalhe: a verdade não passa de uma utopia, de uma palavra com quantos significados as pessoas permitirem, de uma alegação do que está correto, sem base ou fundamento. A verdade é o que criamos, com qualquer resposta aceitável desde que reconfortante.
Admitamos então, que visões diferentes é o que nos torna tão unicamente especiais, portanto, ao invés de julgarmos entre o certo e o errado, devemos interceptar entre o cabível ou não a cada um de nós.
by. Juliana Bender